domingo, 22 de novembro de 2015

Medidas e avaliação física





A maioria dos alunos que iniciam um programa de aptidão física,participam de aulas sem o professor saber suas reais capacidades.Antes de avaliar o perfil de aptidão física de um cliente,é importante classificar seu estado de saúde e seu estilo de vida. Os testes de aptidão física, servem para identificar pessoas que possuem contra indicações médicas para a prática de exercício,com sintomas de doenças e fatores de risco e necessidades especiais. A principal diferença entre medida e avaliação, é que a medida abrange o aspecto quantitativo e a avaliação abrange o aspecto qualitativo.

Em relação a avaliação, existem a ADM, Movimento completo dentro de cada articulação  que envolve músculo,cápsulas,ligamentos,tendões; a Avaliação Postural,com a função de identificar desvios mais evidentes a fim de evitar a prescrição de exercícios que possam vir a agravá-los.O aparelho utilizado é o simetrógrafo. O simetrógrafo faz a identificação dos desvios posturais mais evidentes, por meio da observação de pontos anatômicos específicos que permitirão identificar possíveis assimetrias. As assimetrias utilizadas são:ombro,quadril,joelho,tornozelo e pés.Outro método muito utilizado nas academias é a perimétria.

A perimétria, é o perímetro máximo de um seguimento corporal,medido em ângulo reto em relação ao seu maior eixo, nele se fazem as medições da Cabeça,Pescoço,Ombro,Tórax,Braço,Ante braço,Punho,Cintura,Abdômen,Quadril,Coxa e perna. Após o método de perimétria, a avaliação segue com  peso, estatura e as medidas de dobras cutâneas, utilizando o instrumento chamado de adipômetro.


Referências: Conexão Fametro. Palestra: Medidas e Aavaliação Fisica; Palestrantes: Gilvan Filho e Lucas Rocha.


Meio de Cultura e Alimentos


Meios de cultura são um preparado químico formulado com os nutrientes fundamentais para que microrganismos se multipliquem. Dessa forma , é possível identificar, analisar e pesquisar o resultado dessa mutiplicação celular. 

O meio de cultura é composto principalmente por fontes de carbono e energia (açúcares), fósforo, sais minerais, nitrogênio.
Para testes de organismos específicos, muitos outros componentes são utilizados para fabricar um meio de cultura, este é o chamado meio seletivo, onde conseguimos nutrir o crescimento dos micro-organismos que serão objetos de investigação.
O crescimento dos microrganismos nos diferentes tipos de meios de cultura, fornece as primeiras informações para a sua identificação. É importante conhecer o potencial de crescimento de cada meio de cultura e adequar ao perfil bacteriano esperado para cada material.

Diversos outros componentes podem ser encontrados em um meio de cultura específico para determinado organismo, satisfazendo as condições ideais para os testes. Cada tipo de meio de cultura é indicado para uma função e um microrganismo específicos: alguns visam nutrir e estimular o crescimento, enquanto outros inibem determinado organismo e até indicam seu potencial hidrogeniônico. 
Conheça os principais meios de cultura:

Ágar nutriente
Simples, de fácil preparo e barato, é utilizado na análise de água, alimentos e leite como meio para cultivo de amostras submetidas a exames bacteriológicos e isolamento de organismos para culturas puras.
Ágar MacConkey
Destinado para o crescimento de bactérias Gram negativas e indica a fermentação de lactose. Colônias de bactérias que fermentam lactose tornam o meio rosa choque e as bactérias que não são fermentadoras de lactose tornam o meio amarelo claro.

Ágar Sangue
De coloração vermelha escura e opaca, oferece excelentes condições de crescimento para a maioria dos microrganismos.
Ágar Salmonella-Shigella
Possui componentes que inibem microrganismos gram positivos. Permite selecionar e isolar espécies de Salmonella e Shigella em amostras de fezes, alimentos e água.

Referências: 
MEIO de Cultura. In: Wikipédia, a Enciclopédia Livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio_de_cultura>. Acesso em: 03 nov. 2015.


NICÉSIO, Raphael Gonçalves. Meios de Cultura. Biomedicina Brasil. Disponível em: <http://www.biomedicinabrasil.com/2010/09/meios-de-cultura.html>. Acesso em: 03 nov. 2015.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 

Texto realizado por: Carlos Henrique.

PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE AMOSTRAS PARA ANALISE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS.


Para que ocorra um procedimento correto de coleta de amostras para analise microbiológica de alimentos é necessário uma pessoa qualificada, e devidamente equipada, com jaleco, gorro, máscara e luvas; O local do procedimento deve está completamente higienizado evitando assim contaminação cruzada; As amostras, sempre que possível devem ser enviado na sua embalagem original para não correr o risco de alteração em suas características originais, caso esse processo seja inviável devido a pequena quantidade de amostra, cabe ao fracionador, tomar as devidas providencias e fracionar tal produto de forma adequada tendo o mesmo total responsabilidade por alterações nas características iniciais do produto. As amostras enviadas para análise microbiológica deverão ser armazenadas em recipientes estéreis, íntegros e de boca larga, na quantidade mínima de 40 gramas cada, em alguns casos, a amostra poderá ser acompanhada de relatório adicional, contendo informações que auxiliem o analista na condução do seu trabalho, após serem colhidas, as amostras devem ser armazenadas adequadamente, evitando alteração nas mesmas até sua chegada ao laboratório, quanto às amostras facilmente alteráveis, deverão ser armazenadas em recipientes isotérmicos, acompanhadas de gelo ou substância refrigerante, evitando o contato destes com a amostra, e só serão recebidas pelo o laboratório se estiverem acompanhadas da indicação precisa do tipo de análise a ser realizada,  caso a mesma chegar ao laboratório fora do padrão que se é imposto serão recusadas, e o laboratório notificara a pessoa que realizou a colheita, e as razões da não aceitação, todo esse processo deve ser feito no menor tempo possível, garantido a qualidade do resultado.




Referência:

http://goo.gl/Ug3f39

quarta-feira, 18 de novembro de 2015



ü Boas Práticas de Fabricação e Alimento Seguro


O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve o tra­balho executado no estabelecimento e a forma correta de fazê-lo. Nele podemos en­contrar informações gerais da operacionalidade dos serviços executados tais como: limpeza, controle de pragas, a água a ser utilizada, os procedimentos de higiene e controle de saúde dos manipuladores, o treinamento dos funcionários, a destinação do lixo; buscando portanto, a garantia da produção de alimento seguros e saudáveis para o consumidor.
Além de cumprir com a legislação vigente, algumas empresas tem adotado como diferencial a implantação das Boas Práticas por meio da elaboração e aplicabilidade de um manual, o qual a empresa segue para garantir a qualidade e segurança alimen­tar dos produtos/serviços ofertados ao mercado.
Sendo assim, a criação do Manual de Boas Práticas objetiva a produção de qualidade e evitando-se dessa forma, as DTA’s – doenças transmitidas por alimentos, tão comuns no dia-a-dia dos consumi­dores, elevando o padrão dos serviços prestados.
A preocupação constante com os problemas causados à saúde em razão do consumo de alimentos contaminados tem contribuído de forma substancial para que as empresas do ramo da alimentação estejam cada vez mais preocupadas com a qualidade do produto/serviço oferecido ao mercado.

Todas as empresas tem por obrigação cumprir com as legislações pertinentes à higiene de manipulação dos alimentos, de tal forma que se evite a contaminação dos mesmos. Sendo assim, não basta apenas vender o serviço, é necessário criar experiên­cias novas e prazerosas aos consumidores e, em se tratando de serviços de alimen­tação, isso se torna, em muitos casos, o diferencial entre um estabelecimento e outro. 

Referência:


ANVISA, Cartilha sobre boas práticas para serviços de alimentação, Resolução-RDC nº 216/2004. 2009.   AKUTSU, R.C.; BOTELHO, R.A.; CAMARGO, E.B.; SAVIO, K.E.O.; ARAÚJO, W.C.; Adequação das boas práticas de fabricação em serviços de alimentação. Rev. Nutr., Campinas, v.18, p.419-427, maio/jun., 2005.
Texto Publicado por: Thays Leal.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Métodos de Conservação de Alimentos
Fonte: http://goo.gl/e38CKP
Os alimentos podem ser danificados em quaisquer etapas do seu processamento, podendo ser na etapa da colheita, processamento e até estocagem (GOULD, 1996). Esse dano pode ocorrer por fatores físicos, químicos ou microbiológicos e os métodos de conservação dos alimentos, atuam na inibição da multiplicação de microrganismos.
Os métodos para essa conservação são: RESFRIAMENTO, CONGELAMENTO, SECAGEM, CURA, PROCESSOS DE CONSERVA, EMBALAGENS A VÁCUO, EMBALAGENS COM ATMOSFERADA MODIFICADA, ACIDIFICAÇÃO, FERMENTAÇÃO E ADIÇÃO DE CONSERVANTES. Também se incluem como inibidores de microrganismos a pasteurização, a esterilização e a irradiação. A escolha do método mais apropriado depende da natureza do alimento (líquido, sólido ou pastoso), do período do tempo que se deseja conservar, do custo do processo e dos agentes deteriorantes envolvidos.
Conservação:
1- Pelo calor: usa-se temperaturas ligeiramente acima das máximas que permitem a multiplicação dos microrganismos, de forma a provocar a sua morte ou a inativação de suas células vegetativas.
2-  Pelo frio: Temperaturas abaixo das que se tem registrados no ambiente são utilizadas para retardar as reações químicas e as atividades enzimáticas, bem como para retardar ou inibir o crescimento e a atividade dos microrganismos nos alimentos.
3- Por defumação:  processo de aplicação de fumaça aos alimentos, produzida pela combustão incompleta de algumas madeiras previamente selecionadas. Normalmente é realizado em conjunto com a salga, a cura, a fermentação e outros processos.
4- Por fermentação: da forma alcoólica, acética e láctica.
5- Pela utilização de aditivos: contribuem bastante para a conservação dos alimentos, mas, em excesso, são considerados prejudiciais à saúde.

Referência:

1 – GOULD, G.W, 1996. Methods for presevation and extension of shelflife. Int. J. Food Microbiol. 33,51-64.

2- Link: http://goo.gl/eVKDMA acessado em 12 de Novembro de 2015.

3- FORSYTHE, S.J, 2013. Microbiologia da segurança dos alimentos.

Publicado por: Suzany Alves



domingo, 4 de outubro de 2015

TABELA DE ALGUNS TIPOS DE MICRORGANISMOS




1. MICRORGANISMOS BENÉFICOS:


1.1 Bifidobacterium:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.    
RESPIRAÇÃO:  Anaeróbica.
TEMPERATURA: Entre 37° e 41°C.  
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Bactéria Gram positiva; 30 espécies ( 10 origem humana;17 origem animal; 2 águas residuais ; 1 leite fermentado); melhora valores nutricionais (alimentos probióticos);controle de infecções intestinais, presentes na microbiota intestinal (cólon), vagina e cavidade bucal de alguns animais.


1.2 Propionibacterium:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA: Entre 37° e 42°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: uma bactéria Gram-positiva; facultativas anaeróbicas. É um organismo que normalmente não forma esporos e é homofermentadora.


1.3 Lactobacillus casei:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.  
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA: 40°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Espécie de lactobacillus encontrado no intestino e na boca. É uma bactéria produtora de ácido lático e capaz de auxiliar na propagação de bactérias benéficas e produção de laticínios.


1.4 Acetobacter:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.  
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: entre 25°C e 30°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: O gênero Acetobacter é composto por bactérias aeróbias estritas, bacilos retos ou levemente curvos. É importante em alimentos, pois é capaz de realizar a fermentação acética, ou seja, oxidar etanol a ácido acético.


1.5 Lactobacillus bulgaricus:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: É destruída no aquecimento a 65°C por 30 minutos. Crescem bem a 45°C, mas não se desenvolve em temperaturas inferiores a 20°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Bactérias gram-positivas, termofílicas e em forma de bastão; heterofermentadora, produzindo ácido lático a partir da lactose.



2. MICRORGANISMOS DETERIORANTES:


2.1 Saccharomyces cerevisae:


TIPO DE MICRORGANISMO: Fungo (levedura).
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: 6° a 20°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Usado na fabricação de biocombustível, vinho, cerveja e pão. Açúcar é o nutriente ideal para seu crescimento.



2.2 Pseudoma aeruginosa:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bacilos.
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: 36° podendo chegar até 41°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: bacilos Gram-negativos, aeróbios e móveis. Possuem necessidades nutricionais mínimas, sobrevivendo em uma grande variedade de ambientes. Encontram-se amplamente distribuídas no solo e na água, e podem também fazer parte da microbiota normal do trato intestinal e pele de 3 a 5 % da população.



2.3 Aspergillus sojae:


TIPO DE MICRORGANISMO: Fungo.
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: 50ºC.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Cor branca ou amarelada, agentes decompositores. Encontradas em ambientes ricos em oxigênio, contaminam restos de comidas(pães e batatas) crescem em plantas e árvores.



2.4 Botrytis cinerea:


TIPO DE MICRORGANISMO: Fungo.  
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA:  acima de 25°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: O desenvolvimento e propagação deste fungo é
favorecido por: Ambientes com precipitação pluviométrica elevada; Alta umidade relativa do ar; A presença de teores elevados de matéria orgânica no solo, sendo que essas condições são ainda mais favoráveis à sua sobrevivência.



2.5 Pseudomonas putida:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.
RESPIRAÇÃO: Aeróbica.
TEMPERATURA: 4° a 46°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: é uma bactéria Gram-negativa, em forma de haste, saprotrophic solo bactéria. Com base 16S rRNA análise, P. putida foi taxonomicamente confirmado para ser uma espécie pseudomonas (stricto sensu) e colocados, juntamente com várias outras espécies, noP. putida grupo, a que se dá o nome.




3. MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS:



3.1 Salmonella spp:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.  
RESPIRAÇÃO: Anaeróbios facultativos.
TEMPERATURA: Ótima de 38°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Bactéria gram negativa; provoca infecção intestinal; principais alimentos transmissíveis: carnes de aves, laticínios, leite cru, queijo produzido com leite não fermentado.



3.2 Clostridium Botulinum:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA: subgrupo I: 10 e os 48ºC. Subgrupo II: 28 e 30ºC.  Subgrupo III: entre 15ºC e 40ºC.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: C. botulinum é uma bactéria Gram-positiva pertencente à família Bacillaceae; as células têm a forma de bastonetes (bacilos); são móveis por flagelos perítricos; formam esporos e produzem neurotoxinas.



3.3 Bacillus cereus:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.  
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA: 10° a 50°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: Gram positiva; cilíndrica; vive no solo e alguns tipos causam intoxicação alimentar.



3.4 Escherichia Coli:


TIPO DE MICRORGANISMO: Enterobactéria.  
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA:  37°C a 45°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: São bacilos gram-negativos; não esporulados; espécie predominante entre os diversos micro-organismos anaeróbios facultativos que fazem parte da microbiota intestinal dos animais de sangue quente.



3.5 Listeria monocytogenes:


TIPO DE MICRORGANISMO: Bactéria.  
RESPIRAÇÃO: Anaeróbica.
TEMPERATURA: 36°  a 41°C.
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS: São bacilos pequenos, anaeróbios facultativos e Gram positivos, que podem aparecer isolado ou agrupados em pares ou cadeias curtas. Estima-se que até 5% das pessoas normais sejam portadoras desta bactéria nas fezes. No entanto, as principais fontes do microrganismo são o solo e a matéria vegetal em decomposição.

O conhecimento sobre microbiologia dos alimentos garante o fornecimento de um alimento seguro
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Fonte:
https://www.flickr.com/photos/eugeniabolanos/3086087980
O conhecimento adquirido em microbiologia dos alimentos pode sim prezar pela garantia do fornecimento de um alimento seguro. A qualidade microbiológica tem o objetivo de fornecer alimentos livres de contaminações, do ponto de vista higiênico-sanitário, sendo algumas das maneiras de se conseguir um alimento seguro, o investimento em técnicas de manipulação adequadas e o treinamento de manipuladores de alimentos. Esses esforços, com certeza, permitirão a prevenção de doenças veiculadas por alimentos.
O conceito sobre a regulação da Segurança alimentar, nos diz que  é  um conjunto de normas aplicadas na produção, no armazenamento e transporte dos alimentos, resultando, assim, em alimentos livres de perigos.
Os consumidores têm livre arbítrio para consumir qualquer produto que esteja disponível para a venda, mesmo eles não apresentando garantia de alimento seguro. Por isso, é necessário que a população se alerte para as condições aos locais onde se alimentam ou adquirem os seus alimentos, garantindo, assim, uma alimentação saudável, no que se refere aos aspectos de sanidade e integridade dos alimentos. Até mesmo para o alimento que é feito em casa, se faz necessário seguir os procedimentos corretos para que se tenha essa segurança alimentar.
Também é importante que se conheça as doenças transmitidas por alimentos contaminados, pois as pesquisas revelam que ainda há grandes ocorrências de infecções com sintomas,como diarréias e náuseas, após esse consumo.
Mesmo com todas as informações sobre manipulação, armazenamento e estocagem adequados dos alimentos, não se pode garantir que eles estarão livres de contaminações para os consumidores, mas evidenciasse uma probabilidade menor de riscos. Então, se faz necessário disponibilizar para a população e nos ambientes que fornecem alimentos, cursos básicos como o de higiene na cozinha, para que se possa ter conhecimento suficiente, reduzindo os níveis de contaminações e evitando possíveis doenças, tanto para a família como para clientes.
Portanto, a intervenção na educação para manipulação adequada de alimentos pode sim contribuir para maximizar a segurança do manipulador no manuseio de alimentos, ampliar as perspectivas educacionais deste e fornecer à população um alimento seguro, do ponto de vista microbiológico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Probióticos, Prebióticos e Simbióticos





Em 1991, foi regulamentada uma categoria de alimentos denominada de “Foods for Specified Health Use”, traduzindo para o português, “Alimentos Funcionais e Neutracêuticos”. Entre os alimentos funcionais, estão os probióticos e os prebióticos, vistos como promotores de saúde e que podem estar associados á redução de risco de doenças crônicas degenerativas e não transmissíveis. A associação dos probióticos com os prebióticos da origem a um produto simbiótico que pode aumentar as chances de crescimento e colonização das bactérias probióticas no organismo humano.
O termo “Probióticos” é de origem grega que significa “para a vida”. O termo probiótico foi usado inicialmente com o intuito de descrever compostos ou extratos de tecidos capazes de estimular o crescimento microbiano.
Conforme consta na Legislação Brasileira os probióticos estão definidos como suplemento alimentar microbiano vivo, que afetam beneficamente o organismo, melhorando a seu balanço microbiano.
Prebióticos são carboidratos não digeríveis, que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação e/ou atividade de populações de bactérias desejáveis no cólon. Um produto referido como simbiótico é aquele no qual um probiótico e um prebiótico estão combinados.
Embora o consumo de probióticos, prebióticos e simbióticos favoreça uma série de benefícios para a saúde, ainda há a necessidade de estudos futuros com melhor delineamento experimental para verificar com maior precisão os efeitos sobre o organismo, bem como a determinação de dosagens adequadas e possíveis efeitos colaterais.

Novos conceitos aferem a dose terapêutica, os benefícios que esses ingredientes alimentícios atribuem à saúde humana e os possíveis mecanismos envolvidos, discutindo os efeitos a eles atribuídos baseados em evidências científicas. A microbiota intestinal humana exerce um papel importante tanto na saúde quanto na doença e a suplementação da dieta com probióticos, prebióticos e simbióticos podem assegurar o equilíbrio da microbiota. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Dia do Nutricionista



O Nutricionista é quem planeja, executa e avalia ações e atividades de atenção alimentar e nutricional do ser humano, tendo como meta fundamental a garantia da segurança alimentar. O dia 31 de Agosto é todo dedicado a esses excelentes profissionais da Saúde. Em comemoração, a turma de acadêmicos do curso de Nutrição da faculdade FAMETRO, fizeram um evento solidário, junto ao Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (CUCAS). Foi um dia dedicado às crianças da Escolinha de surf do Mero, uma região da periferia de Fortaleza, onde eles puderam receber na forma de teatro de fantoche informações sobre alimentação saudável e vídeos educativos sobre a higienização das mãos, finalizando a ação com a distribuição de lanches nutritivos.


Microbiologia de mãos dadas com a Nutrição



A importância da Microbiologia dos alimentos  na Nutrição




Fonte: Internet



        O desenvolvimento tecnológico tem influenciado o cotidiano de modo que os microrganismos têm atuado nas diversas áreas. Em algumas de forma benéfica, sendo empregados na tecnologia de alimentos e em outras de forma maléfica, apresentados e como agente promotor de doenças ou redutor da vida de prateleira de gêneros alimentícios.Como ciência, a microbiologia estuda esses microrganismos de acordo com suas classes, buscando diferenciá-los em grupos distintos, dependendo do tipo de interação existente entre eles e o seu meio de atuação (TORTORA, 2000).
 O profissional de nutrição utiliza os conhecimentos em microbiologia de alimentos de maneira preventiva, com o propósito de evitar toxiinfecções alimentares, promover melhorias nos processos que vão desde a aquisição, armazenamento e distribuição de alimentos, garantindo um produto com a carga microbiana dentro dos padrões da legislação vigente ou até mesmo inócuo, preservando suas características organolépticas  (FRANCO; LANDGRAF, 2003).
  O nutricionista, assim como o microbiologista de alimentos tem como principalpreocupação o controle do desenvolvimento microbiano, com a finalidade de eliminar riscos á saúde do consumidor, bem como prevenir ou retardar o surgimento de alterações indesejáveis.


Fonte: Internet