quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Probióticos, Prebióticos e Simbióticos





Em 1991, foi regulamentada uma categoria de alimentos denominada de “Foods for Specified Health Use”, traduzindo para o português, “Alimentos Funcionais e Neutracêuticos”. Entre os alimentos funcionais, estão os probióticos e os prebióticos, vistos como promotores de saúde e que podem estar associados á redução de risco de doenças crônicas degenerativas e não transmissíveis. A associação dos probióticos com os prebióticos da origem a um produto simbiótico que pode aumentar as chances de crescimento e colonização das bactérias probióticas no organismo humano.
O termo “Probióticos” é de origem grega que significa “para a vida”. O termo probiótico foi usado inicialmente com o intuito de descrever compostos ou extratos de tecidos capazes de estimular o crescimento microbiano.
Conforme consta na Legislação Brasileira os probióticos estão definidos como suplemento alimentar microbiano vivo, que afetam beneficamente o organismo, melhorando a seu balanço microbiano.
Prebióticos são carboidratos não digeríveis, que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação e/ou atividade de populações de bactérias desejáveis no cólon. Um produto referido como simbiótico é aquele no qual um probiótico e um prebiótico estão combinados.
Embora o consumo de probióticos, prebióticos e simbióticos favoreça uma série de benefícios para a saúde, ainda há a necessidade de estudos futuros com melhor delineamento experimental para verificar com maior precisão os efeitos sobre o organismo, bem como a determinação de dosagens adequadas e possíveis efeitos colaterais.

Novos conceitos aferem a dose terapêutica, os benefícios que esses ingredientes alimentícios atribuem à saúde humana e os possíveis mecanismos envolvidos, discutindo os efeitos a eles atribuídos baseados em evidências científicas. A microbiota intestinal humana exerce um papel importante tanto na saúde quanto na doença e a suplementação da dieta com probióticos, prebióticos e simbióticos podem assegurar o equilíbrio da microbiota. 

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